A Maçonaria ergue-se sobre o pilar da mais ampla tolerância, exigindo de seus adeptos o respeito inegociável por todas as crenças religiosas e convicções políticas, reconhecendo-as como igualmente legítimas e rejeitando qualquer pretensão de exclusividade ou privilégio. Ser Maçom implica, portanto, a arte de conviver com as diferenças, combatendo incessantemente os fanatismos e as paixões que dividem, para priorizar a coexistência harmônica e a evolução conjunta da humanidade. É sob a luz dessa fraternidade que acolhe a diversidade sem transigir com o erro que devemos refletir sobre o peso das opiniões e a soberania da consciência. A vivência maçônica, essencialmente voltada para a construção do templo interior, encontra nos ensinamentos do espírito Emmanuel um prumo seguro para lidar com a influência das opiniões alheias. O maçom deve compreender que buscar a aprovação geral é "rematada loucura"; se nem mesmo Jesus, o Mestre dos Mestres, conseguiu agradar a todos, sendo vi...