A tradição intelectual de conceber e apresentar uma peça de arquitetura na Maçonaria encontra seu alicerce no ato de erguer uma construção intelectual edificante que beneficie toda a coletividade. Para que o trabalho desempenhe seu real papel pedagógico e fraternal, a escrita deve transcender a vaidade e a simples erudição estéril, buscando na comunicação o verdadeiro fluxo da vida. A comunicação funciona, assim, como a argamassa divina que une os maçons na busca constante por edificarem a si mesmos e aos seus irmãos. Escrever uma peça exige do autor, seja maçom ou não, a profunda responsabilidade moral sobre aquilo que o seu traço projeta nas pranchas da Loja, pois o objetivo supremo da arte de redigir é o aprimoramento espiritual. Comunicar-se e escrever são atos com consequências morais e espirituais. Na obra “ Horizontes da mente ”, o autor espiritual, Miramez, afirma que o intercâmbio é a base do progresso, entendendo a comunicação como a própria troca de valores que sustent...
Desde 2013, dedica-se a reflexões filosóficas, morais e espirituais, unindo os princípios da Maçonaria e do Espiritismo.