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Agonia dos formalismos: Maçonaria, religião e a humildade diante da evolução multimilenar

  O maçom que veste seus símbolos para uma sessão na loja repete processos antiquíssimos, refinados pela tradição humana. Em um mundo onde rituais e palavras ainda moldam crenças e comportamentos, este artigo propõe uma reflexão profunda sobre as origens evolutivas do formalismo religioso e social. Inspirado nas ideias de J. Herculano Pires em Agonia das Religiões , exploramos como ritos, presentes na Maçonaria, nas igrejas e até em cerimônias acadêmicas, não surgem de revelações divinas, mas do impulso vital bergsoniano que atravessa espécies animais e culmina no homem. Animais já praticam rituais e formas primitivas de “palavras”, usando o corpo ou objetos naturais como instrumentos, conforme evidências do biólogo Remy Chauvin. Humanos refinam esses processos ancestrais, do fogo e fumaça como sinais primitivos aos paramentos sacerdotais e símbolos maçônicos, refletindo ritmos da Natureza, como estações e gerações, segundo Blavatsky, Frazer e outros. No Espiritismo, isso aponta pa...