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Boas maneiras na maçonaria.

  Muitos irmãos em Loja e certamente também, fora dela, tendem pensar que conquistando um assento de relevância, em outros termos, um cargo de poder efêmero, lhe trará destaque mundano. Alguns até acham que tendo uma posição de destaque, conseguirão respeito.  Para conseguir apreço sincero, é necessário ser um homem virtuoso. Uma das principais virtudes é a humildade. Vejamos no Livro da Lei, o que disse o espírito Emmanuel sobre o assunto, na passagem do apóstolo Lucas: “ E assenta-te no último lugar.” – Jesus. (Lucas, 14:10.)    O Mestre, nesta passagem, proporciona inolvidável ensinamento de boas maneiras. Certo, a sentença revela conteúdo altamente simbólico, relativamente ao banquete paternal da Bondade Divina; todavia, convém deslocarmos o conceito a fim de aplicá-lo igualmente ao mecanismo da vida comum.   A recomendação do Salvador presta-se a todas as situações em que nos vejamos convocados a examinar algo de novo, junto aos seme...

Julgamentos entre os maçons.

É comum, em reuniões maçônicas, termos uma tendência em fazer um julgamento precipitado de opiniões e procedimentos de irmãos interessados em alguma mudança para a Loja ou quando o obreiro quer externar seu conhecimento. Será que é correto criticar um irmão sem conhecer suas reais intenções? De acordo com o Evangelho segundo o espiritismo, “ A censura de conduta alheia pode ter dois motivos: reprimir o mal, ou desacreditar a pessoa cujos atos criticamos. Este último motivo jamais tem escusa, pois decorre da maledicência e da maldade. O primeiro pode ser louvável, e torna-se mesmo um dever em certos casos, pois dele pode resultar um bem, e porque sem ele o mal jamais será reprimido na sociedade. Aliás, não deve o homem ajudar o progresso dos seus semelhantes? Não se deve, pois, tomar no sentido absoluto este princípio: “Não julgueis para não serdes julgados”, porque a letra mata e o espírito vivifica. ” Há um texto ditado por Néio Lúcio, no livro Jesus no Lar, psicografado por...

O terrorismo também passará.

O terrorismo passará como todas as vitórias da mentira, das paixões inferiores e da violência, porque só o amor é portador de perenidade. (Vianna de Carvalho, psicografia de Divaldo Franco, em janeiro de 2015.) É triste, ainda verificar que muitos ainda se deixam enganar e recrudescer no mal, como a ocorrência do terrorismo, aonde vem ocorrendo em diversas partes do globo. Comportamento em que o ódio sobrepuja o amor fraternal. Essa fraternidade tão propalada nos meios maçônicos e espíritas, que é totalmente esquecida por fundamentalistas, que são praticamente analfabetos emocionais. Eis o que nos conta o espírito Joanna de Angelis, em sua obra: Triunfo Pessoal; em mensagem psicografada por Divaldo Pereira Franco: “Em face da predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e o desdobrar das paixões, o ser humano, em determinados estágios da evolução, mantém as heranças primevas, os instintos primários que sobrepujam os valiosos tesouros da inteligência,...

Duas virtudes maçônicas.

A paciência, segundo a revista Universo Maçônico, significa equilíbrio e o controle do dualismo, o freio para o instinto, o fruto da meditação, o caminho da sabedoria. A paciência conduz à perseverança, e esta à conquista do alvo planejado.   A boa-vontade é a faculdade da Vontade que direciona a energia do Amor, transformando um sentimento genérico em uma intenção focada no bem do próximo. Ela não é um simples impulso, pois uma força sem disciplina pode ser prejudicial. Para se tornar eficaz, precisa da clareza do Intelecto, que analisa a realidade e garante que o bem-querer se converta em um bem real e efetivo no mundo. Com a paciência e a boa-vontade, evoluímos mais rapidamente. Necessário estudar a paciência para observar cada um de nós à frente da própria conduta nas relações humanas e no reduto doméstico. Sabemos compreender habitualmente os assaltos morais de inimigos ocultos, obrigando-nos a refletir, quanto à melhor forma de auxilia-los para que se renovem construtivame...

Autoridade moral.

  A Moral está na base da Maçonaria, em sua história, em suas leis, em todo o seu desenvolvimento. É a razão de ser e o principal objetivo da Instituição que, sem ela, não se poderia manter.  Esse objetivo é mesmo assinalado na primeira linha do primeiro artigo dos “Deveres de um Maçom”, nas “Constituições” Maçônicas, desde 1723.   Para um maçom, é necessário ser um indivíduo que segue esta lei, não apenas dentro de sua Loja, mas principalmente em seu lar com sua família e para com a sociedade. Onde estaria nossa autoridade moral ao proclamar bons costumes e não seguir o que fala? O mesmo vale ao frequentador do centro espírita. Praticar em casa e no convívio social o que se aprendeu dentro da casa espírita. Praticar o que se aprende de bom, é dever de qualquer um. Afinal, se não proceder desta maneira, estará enganando a si.  É ao Grande Arquiteto do Universo que devemos prestar contas de nossos atos, sendo julgados pelo tribunal mais rígido existente: No...