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O terrorismo também passará.

O terrorismo passará como todas as vitórias da mentira, das paixões inferiores e da violência, porque só o amor é portador de perenidade. (Vianna de Carvalho, psicografia de Divaldo Franco, em janeiro de 2015.) É triste, ainda verificar que muitos ainda se deixam enganar e recrudescer no mal, como a ocorrência do terrorismo, aonde vem ocorrendo em diversas partes do globo. Comportamento em que o ódio sobrepuja o amor fraternal. Essa fraternidade tão propalada nos meios maçônicos e espíritas, que é totalmente esquecida por fundamentalistas, que são praticamente analfabetos emocionais. Eis o que nos conta o espírito Joanna de Angelis, em sua obra: Triunfo Pessoal; em mensagem psicografada por Divaldo Pereira Franco: “Em face da predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e o desdobrar das paixões, o ser humano, em determinados estágios da evolução, mantém as heranças primevas, os instintos primários que sobrepujam os valiosos tesouros da inteligência,...

Duas virtudes maçônicas.

A paciência, segundo a revista Universo Maçônico, significa equilíbrio e o controle do dualismo, o freio para o instinto, o fruto da meditação, o caminho da sabedoria. A paciência conduz à perseverança, e esta à conquista do alvo planejado.   A boa-vontade é a faculdade da Vontade que direciona a energia do Amor, transformando um sentimento genérico em uma intenção focada no bem do próximo. Ela não é um simples impulso, pois uma força sem disciplina pode ser prejudicial. Para se tornar eficaz, precisa da clareza do Intelecto, que analisa a realidade e garante que o bem-querer se converta em um bem real e efetivo no mundo. Com a paciência e a boa-vontade, evoluímos mais rapidamente. Necessário estudar a paciência para observar cada um de nós à frente da própria conduta nas relações humanas e no reduto doméstico. Sabemos compreender habitualmente os assaltos morais de inimigos ocultos, obrigando-nos a refletir, quanto à melhor forma de auxilia-los para que se renovem construtivame...

Autoridade moral.

  A Moral está na base da Maçonaria, em sua história, em suas leis, em todo o seu desenvolvimento. É a razão de ser e o principal objetivo da Instituição que, sem ela, não se poderia manter.  Esse objetivo é mesmo assinalado na primeira linha do primeiro artigo dos “Deveres de um Maçom”, nas “Constituições” Maçônicas, desde 1723.   Para um maçom, é necessário ser um indivíduo que segue esta lei, não apenas dentro de sua Loja, mas principalmente em seu lar com sua família e para com a sociedade. Onde estaria nossa autoridade moral ao proclamar bons costumes e não seguir o que fala? O mesmo vale ao frequentador do centro espírita. Praticar em casa e no convívio social o que se aprendeu dentro da casa espírita. Praticar o que se aprende de bom, é dever de qualquer um. Afinal, se não proceder desta maneira, estará enganando a si.  É ao Grande Arquiteto do Universo que devemos prestar contas de nossos atos, sendo julgados pelo tribunal mais rígido existente: No...

O cão do coveiro e o maçom soberbo.

De acordo com uma dissertação moral ditada pelo espírito São Luís, à senhorita Hermance Dufax, texto esse presente na Revista Espírita de maio de 1858, sobre a soberba, assevera que é um terrível vício que assola a grande parcela da população mundial. Especialmente aqueles que estão empossados nos cargos de poder efêmeros, onde poucos estão "vacinados" deste mau hábito. Neste texto da revista está a seguinte frase peculiar: “ Escuta! O cão do coveiro brincará com os teus ossos, e eles serão misturados com os ossos do mendigo, e o teu pó se confundirá com o dele, porque um dia vós ambos não sereis senão pó. Então amaldiçoarás os dons que recebeste vendo o mendigo revestido com a sua glória, e chorarás o teu orgulho” . Realmente, é de entristecer ver alguém dar tanto crédito em algo tão fugaz. A soberba de qualquer irmão maçom, que esteja momentaneamente exercendo autoridade, seja o cargo que for, é digno de ter piedade. Comiseração, sim. É um indivíduo doente em ...