No livro “ O Homem Integral”, de Divaldo Franco, há o texto intitulado 'Homens-aparência', que é uma crítica filosófica e psicológica sobre a natureza da liberdade e como a sociedade moderna, com seus valores superficiais, impede o ser humano de alcançá-la verdadeiramente. Essa reflexão encontra um profundo eco na filosofia maçônica, que justamente contrasta o 'mundo profano', focado nas aparências e paixões desordenadas, com a jornada do iniciado, cujo principal trabalho é o de desbastar a própria personalidade, ou seja, para edificar seu templo interior com base na virtude e no autoconhecimento. As premissas para que a liberdade possa existir de forma plena, argumentando que ela não é simplesmente um direito político ou a ausência de restrições externas. A verdadeira liberdade depende, na verdade, de duas condições internas fundamentais: uma consciência idealista, focada no "bem geral" que transcende os impulsos egoístas e o desejo por gratificação imedia...