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Mostrando postagens de 2016

Maçons e benfeitoria anônima.

Quando leio alguns jornais de procedência maçônica, verifico com tristeza que alguns maçons ainda insistem em desempenhar o vício da vaidade, divulgando seus “feitos caritativos”. Esses irmãos se esquecem de que a caridade acompanhada da ostentação é, aos  olhos de Deus, como folhas secas do caminho; o óbulo piedoso, esse vale mais do que todos os tesouros de um califa. Caridade deve ser, sempre que possível, anônima, caso contrário, será apenas uma forma de vaidade, de projeção do próprio ego ou de nossa imagem pessoal. Esse caso exclui obviamente projetos em que seja necessária a divulgação do nome dos envolvidos, ou quando alguém precisa se responsabilizar pelo trabalho empreendido. Mas tirando algumas exceções, é preciso saber que, aqueles que ficam divulgando a caridade podem estar mais preocupados com uma propaganda em cima do seu próprio nome apenas para impressionar os outros, sem estarem tão preocupados com seus semelhantes. Eis alguns exemplos de caridade...

A sobriedade e os aprendizes maçons.

Quando um aprendiz maçom assiste suas primeiras reuniões em Loja, deve observar que há irmãos dispostos em progredir espiritualmente. São estes obreiros a quem ele deve se espelhar no propósito de adquirir um comportamento comedido. A sobriedade é uma virtude difícil de ser praticada, por causa disso, observa-se muitos irmãos que estagnaram no primeiro degrau da escada de Jacó. Se tivessem fé na mudança interior, a vontade de mudar seria superior do que a “carne fraca”. Eis um texto do livro "cirurgia moral", informando mais sobre o assunto do comportamento sóbrio que devemos possuir no íntimo: SÊ SÓBRIO   A sobriedade é caminho de todos os iniciados. É uma arte de viver, mas viver bem consigo mesmo e, certamente, em paz com todas as criaturas. Sê comedido em tudo o que fazes, para que os teus passos sejam glorificados. Os extremos são ambientes perigosos em todas as circunstâncias. Ao escutares alguém que te endereça uma frase de que, por vezes, não gostas, lembra-...

Boas maneiras na maçonaria.

  Muitos irmãos em Loja e certamente também, fora dela, tendem pensar que conquistando um assento de relevância, em outros termos, um cargo de poder efêmero, lhe trará destaque mundano. Alguns até acham que tendo uma posição de destaque, conseguirão respeito.  Para conseguir apreço sincero, é necessário ser um homem virtuoso. Uma das principais virtudes é a humildade. Vejamos no Livro da Lei, o que disse o espírito Emmanuel sobre o assunto, na passagem do apóstolo Lucas: “ E assenta-te no último lugar.” – Jesus. (Lucas, 14:10.)    O Mestre, nesta passagem, proporciona inolvidável ensinamento de boas maneiras. Certo, a sentença revela conteúdo altamente simbólico, relativamente ao banquete paternal da Bondade Divina; todavia, convém deslocarmos o conceito a fim de aplicá-lo igualmente ao mecanismo da vida comum.   A recomendação do Salvador presta-se a todas as situações em que nos vejamos convocados a examinar algo de novo, junto aos seme...

Julgamentos entre os maçons.

É comum, em reuniões maçônicas, termos uma tendência em fazer um julgamento precipitado de opiniões e procedimentos de irmãos interessados em alguma mudança para a Loja ou quando o obreiro quer externar seu conhecimento. Será que é correto criticar um irmão sem conhecer suas reais intenções? De acordo com o Evangelho segundo o espiritismo, “ A censura de conduta alheia pode ter dois motivos: reprimir o mal, ou desacreditar a pessoa cujos atos criticamos. Este último motivo jamais tem escusa, pois decorre da maledicência e da maldade. O primeiro pode ser louvável, e torna-se mesmo um dever em certos casos, pois dele pode resultar um bem, e porque sem ele o mal jamais será reprimido na sociedade. Aliás, não deve o homem ajudar o progresso dos seus semelhantes? Não se deve, pois, tomar no sentido absoluto este princípio: “Não julgueis para não serdes julgados”, porque a letra mata e o espírito vivifica. ” Há um texto ditado por Néio Lúcio, no livro Jesus no Lar, psicografado por...