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Mostrando postagens de março, 2026

Quando os títulos e paramentos escondem a nudez espiritual.

  Com base no discurso da professora Lúcia Helena Galvão sobre a obra "O Profeta", de Khalil Gibran, especificamente no capítulo que trata das "Vestes", podemos tecer a seguinte reflexão comparativa sobre o uso de vestes ou paramentos maçônicos e a realidade interior. As vestes, são mais do que simples coberturas; são símbolos que emanam uma imagem ao mundo. Quando transpomos essa filosofia para a figura de alguns maçons que se vangloriam de seus paramentos maçônicos, surge uma dualidade perigosa. Gibran nos ensina que "vossos trajes ocultam muito de vossa beleza, porém não escondem o que não é belo". Assim, o luxo de um avental ou a distinção de uma joia podem servir como uma tentativa de analgesia para uma alma que ainda não dominou seu "eu animal". A ostentação de paramentos maçônicos, por aqueles irmãos que ainda não deixaram a maçonaria se estabelecer em seu coração, que buscam apenas o brilho externo revela uma descompensação: utiliza-se o ...